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domingo, 25 de março de 2012

O dia da festa de Natal - 16/12/11

O duende da sala

Os duendes faziam as honras da sala, davam as boas vindas, conversavam com a família, tiravam fotografias e mostravam-lhes o local onde sentar para ouvir a história do Menino Jesus.

Hora do conto
Os espectadores





















Aqui se vê a sala 1 no momento sereno em que a mamã da G. J. e a avó do A.S. contavam e dinamizavam a história



Momento de convívio entre todas as salas
Após cada atividade de sala encontrámo-nos no refeitório que se tinha transformado num salão de festas. Ali já esperava por nós um artista contratado que cantou e tocou musicas tradicionais portuguesas e ensinou a dançar a dança de roda tradicional com fitas (não me lembro do nome, peço desculpa).
De seguida veio o lanche de convívio e foi interrompido por uma surpresa....



A surpresa da noite...
Pois é..... Não há festa de Natal sem Pai Natal e há falta de um tivemos vários e montados em motas!!!!!!! É verdade convidámops o grupo motard para participar na nossa festa e lá apareceram eles, apesar da chuva; vieram de sacos às costas com lembrancinhas para todos os meninos e levaram todos os artigos que conseguimos recolher na campanha de solidariedade em prol das família carenciadas.




sábado, 24 de março de 2012

Os preparativos do Natal - 05 a 13/12/11

Faz todo o sentido deixar um grande obrigado a todas as mães que nos ajudaram a preparar todo o cenário para a época natalícia e em especial para o dia da festa de natal. 

Uma mamã a preparar o presépio

Pedi a duas mães (que são artistas!) que me ajudassem a preparar o cenário para o dia da festa de natal, onde a nossa sala tinha o tema "Presépio". Então, foi óbvia a construção do presépio e optou-se por elementos naturais, seguindo a pedagogia Waldorf, ou seja com o reino mineral, o reino vegetal e o reino animal. Os personagens do presépio foram minuciosamente feitos em lã cardada e ficaram lindíssimos tal como se poderá ver em baixo.

Elementos do presépio - reino animal

A outra mãe que tem uma mãos fantásticas para trabalhar com feltro fez as letras que expusemos mesmo por cima do presépio (na fotografia surgem um pouco viradas) e ficaram um espectáculo.

Aqui está o resultado final de ambos os trabalhos

Como vêem ficou fantástico e aqui já o conjunto estava na sala no dia da festa :)  
Depois tivemos outra mãe que nos ajudou a fazer a árvore de natal que expusemos na creche junto à receção com a caixa surpresa (onde foram sendo colocados donativos para famílias carenciadas do concelho, que foram distribuídos mais tarde)


A árvore a ser executada
Árvore já enfeitada

















Aqui poderemos ver o produto inicial e o produto final, chamo a atenção que todos os enfeites da árvore foram executados pelos pais em casa, tendo como base moldes que lhes fornecemos, todos feitos em tecido ou feltro. Todos ficaram muito bonitos e temos que reconhecer que surgiram propostas muito originais. Um muito obrigada a todos. Na fotografia da esquerda aparece a minha colega da sala 3 e mãe do A.S. e a ela gostava de agradecer a árvore de natal em miniatura que fez para a minha salinha :) obrigada minha querida.

Uma pintura diferente - 07/12/11

 Hoje descobrimos materiais novos: 
a caneta e a folha de acetato

 
A. S. a iniciar o seu desenho
  
Colocaram-se folhas na janela que dá para o exterior e depois de colocar as canetas na mão de cada um, vimos as expressões de espanto e alegria à medida que cada traço surgia como se estivessem a pintar no vazio.

Resultado final

A ideia surgiu para depois se criar a lembrancinha de Natal para os pais, que poderão ver aqui




sexta-feira, 23 de março de 2012

Pintura com pinceis - 15/11/11

A. D. com pincéis
A. S. a retocar o pincel

F. Z. tão feliz
S. S. ao pormenor


Hoje foi um dia
 muito animado





A Tina colocou uma folha grande de papel cenário na parede no corredor, deu-nos tintas e pincéis e a partir daí.... o mérito foi nosso. 


Tudo valia, sentar-mo-nos no chão, pormo-nos em biquinhos de pé para chegarmos lá a cima (eheheh), usarmos pincéis, usarmos aos mãos e até os sapatos foram usados para dar cor ao cenário.


Todos participámos e no final esta pintura coletiva ficou na nossa sala para servir de fundo a uma exposição de fotografias nossas.

«A pintura infantil é muito importante para o desenvolvimento das crianças e dos jovens.Além de trazer todos os benefícios de uma atividade que trabalha com a coordenação motora, agilidade, ritmo e perceção espacial, a pintura é uma atividade social que transmite uma sensação de bem estar psicológico e permite uma melhoria na auto estima.»


Porque é que os bebés africanos não choram?

clique no título para ver o artigo original


«Eu nasci e cresci no Quênia e em Cote d'Ivoire. A partir dos quinze anos fui viver no Reino Unido. No entanto, eu sempre soube que eu queria criar os meus filhos (quando os tivesse) em casa, no Quênia. E sim, eu achava que iria tê-los. Eu sou uma mulher moderna Africana, com dois graus universitários e uma mulher de quarta geração de trabalho mas quando se trata de crianças sou tipicamente Africana. A ideia é que não estamos completas sem elas, as crianças são uma bênção que seria uma loucura evitá-las. Na verdade é que esta questão nem sequer surgiu.

Eu comecei a minha gravidez no Reino Unido. O desejo de regressar a casa era tão forte que eu vendi a minha prática, abri um novo negócio e mudei de casa e de país nos primeiros cinco meses após descobrir que estava grávida. Eu fiz o que muitas mães grávidas no Reino Unido fazem, ler vorazmente: Our Babies, Ourselves, Unconditional Parenting, tudo da Sears, a lista continua. (Minha avó comentou mais tarde que os bebés não lêem livros e realmente tudo que eu precisava fazer era "ler" o meu bebé). Tudo o que li, disse que os bebés africanos choram menos do que os bebés europeus. Fiquei intrigada com isso.

Quando cheguei a casa pude observar. Olhei para mães e bebés e eles estavam por toda a parte, embora muito jovens os africanos, com menos de seis semanas, estavam em casa. A primeira coisa que notei é que apesar de sua omnipresença, é realmente muito difícil "ver" um bebé queniano. Normalmente são incrivelmente bem embrulhados, antes de serem transportados, ou amarrados pela sua mãe (às vezes pelo pai). Mesmo os bebés mais velhos são amarrados a toda a volta e são protegidos do meio ambiente por um grande cobertor. Seria a sorte alguém conseguir ver algo, fosse um olho ou o nariz. O embrulho é uma réplica semelhante ao útero. Os bebés ficam literalmente num casulo face às tensões do mundo exterior em que eles estão a entrar.

A minha segunda observação foi uma questão cultural. No Reino Unido, entende-se que os bebés choram. No Quénia era completamente o oposto. O entendimento é que os bebés não choram. Se o fizerem, algo está terrivelmente errado e deve ser feito para corrigi-lo imediatamente. A minha cunhada inglesa resumiu bem. "As pessoas aqui", disse ela, "realmente não gostam que os bebés chorem, não é?"

Tudo fazia muito mais sentido quando eu finalmente cheguei e a minha avó veio da aldeia para me visitar. Quando isso aconteceu, a minha filha teve um grande bocado a chorar. Desesperada e cansada, eu esqueci-me de tudo que eu já tinha lido e, por momentos, juntei-me ao choro. No entanto, para minha avó era simples, "Nyonyo (amamenta a tua filha)!" Foi a sua resposta.

Houve momentos em que era uma fralda molhada, ou porque eu a tinha colocado para baixo, ou porque ela precisava de arrotar, mas, principalmente, ela só queria estar no peito, não importa se estava a ser alimentada ou apenas a ser um conforto do momento. Eu usufruía mais da sua companhia e praticava co-sleeping (partilha de cama) com ela, eu estava a fazer uma extensão natural para o que era correto.
De repente eu aprendi o segredo, não tão difícil, do silêncio alegre de bebés africanos. Foi uma simbiose simples, vi que exigia uma mudança total de ideias sobre o que deveria acontecer e um abraçar do que realmente estava acontecer naquele momento. O resultado foi que o meu bebé começou a ser alimentado muito muito mais do que eu já tinha lido, pelo menos  mais cinco vezes do que alguns dos horários mais rigorosos de alimentação que eu tinha visto.
À cerca de quatro meses, quando algumas mães da zona urbana começar a introduzir sólidos, segundo diretrizes que lhes haviam recomendado, a minha filha voltou ao estilo de amamentação de um recém-nascido, ou seja de hora a hora e foi um choque total. Lentamente, nos últimos quatro meses, o tempo entre as mamadas começou a aumentar. (...)

A maioria das mães do grupo da minha mãe e do meu bebé tinham começado a introduzir o arroz ao bebé (para esticar os alimentos) e todos os profissionais envolvidos na vida das nossas crianças, pediatras, mesmo doulas, disseram que esta atitude foi correta. As mães também precisavam de descanso e que tínhamos feito algo surpreendente ao chegarmos aos quatro meses de amamentação em exclusivo, e eles garantiram-nos que para os nossos bebés seria ótimo. Houve uma coisa que não me pareceu muito verdadeira, quando eu tentei, sem grande entusiasmo, misturar um pouco de mamão (o alimento tradicional para o desmame no Quénia) com leite materno que retirei e ofereci-o à minha filha, ela rejeitou-o.

Então eu liguei para minha avó. Ela riu-se e perguntou se eu andava novamente a ler os livros. Ela explicou-me cuidadosamente que na amamentação nada é linear. "Ela vai dizer-te quando estará pronta para o alimento - e seu corpo também."

"O que vou fazer até lá?" Eu estava ansiosa para saber.
"Tu fazes o que fizeste antes, amamentas regularmente." Então, a minha vida abrandou para o que parecia ser um impasse novamente. Enquanto muitos de meus contemporâneos, maravilhados com a forma como seus filhos começaram a dormir mais, depois de terem introduzido o arroz e mesmo de se aventurarem em outros alimentos, eu estava a acordar de hora em hora ou a cada duas horas com minha filha e digo aos meus pacientes que o retorno ao trabalho não fora bem como eu havia planeado.

Logo descobri que, sem querer, eu estava a transformar-me num serviço de apoio informal para outras mães da zona urbana. O meu número de telefone estava a faz as rondas e muitas vezes enquanto eu alimentava a minha bebé eu começava a ouvir-me a pronunciar as palavras: "Sim, basta manter a alimentação dele/dela. Sim, mesmo que você tenha acabado de os alimentar. Sim, você pode até não conseguir tirar o seu pijama hoje. Sim, você ainda precisa de comer e beber como um cavalo. Não, agora não pode ser a hora de considerar o retorno ao trabalho, você não se pode dar a esse luxo." E, finalmente, eu assegurei mães, "Vai ficar mais fácil." Eu tive que confiar apenas neste último conselho, pois não estava a ser mais fácil para mim.

Uma semana antes da minha filha fazer cinco meses, viajei ao Reino Unido para um casamento e para ela conhecer a família e amigos. Como eu tinha poucos compromissos, facilmente mantive a rotina da sua amamentação. Apesar dos olhares desconcertados de muitos estranho em vários locais públicos (a maioria das salas de amamentação foram designadas em casas de banho que eu simplesmente não conseguia usar) por eu amamentar a minha filha, nós continuamos.

Num casamento, as pessoas que estavam na mesma mesa que nós, comentaram: "É um bebé muito fácil embora não se alimente muito bem", uma outra senhora respondeu: "Embora eu tenha lido em algum lugar que os bebés africanos não choram muito." Eu não pude deixar de rir.
 Sabedoria suave da minha avó:


1. Ofereça o peito a cada momento que a sua bebé estiver chateada - mesmo que tenha acabado de lhe dar mama.
 
2. Co-sleeping. Muitas vezes podes amamentar o teu bebé antes de estar completamente acordada, o que lhes permitirá voltar a dormir mais facilmente e descansar mais.

3. Leva sempre uma garrafa de água quente para a cama contigo à noite para mantê-lo hidratado e o leite fluir.

4. Amamenta a pedido do bebé (especialmente durante os picos de crescimento) e tenta obter o máximo de ajuda de quem estiver perto de ti. Poucas são as coisas que não podem esperar.

Lê o teu bebé e não os livros. A amamentação não é linear, ele vai para cima e para baixo e também em círculos. Tu és o especialista das necessidades do teu bebé.»


Tradução não confirmada

quinta-feira, 22 de março de 2012

Porquê isto agora?

Poderão perguntar o porquê de colocar no mesmo dia vários posts com outras datas. Pois eu explico.

Tudo o que foi colocado agora estava na minha caixa de rascunho, na altura em que as atividades se realizaram ou quando pretendia falar de um determinado tema vinha até aqui e fazia-o mas..... não tinha as fotos todas disponíveis, então fui adiando, adiando, adiando e...... nunca mais.
Depois é o corre corre do dia a dia e temos a sensação que não temos tempo para mais nada, mas de fato bastavam 10/15 minutos por dia. Enfim...

Agora estou a redimir-me lol

Já com as fotografias todas organizadas e colocadas nos devidos posts, partilho convosco os dias na nossa salinha. Espero que gostem!!!


A hora da refeição - 08/11/11

A hora da refeição

Frequentemente observamos crianças que não tem apetite para os alimentos saudáveis e na hora do almoço ou jantar acontece uma ansiedade por parte dos adultos que cuidam delas. 
Fica aqui uma lista de algumas atitudes que ajudariam neste momento.

- Respeitar, cuidar e zelar cada criança pela sua maneira de ser;
- Falar apenas de assuntos agradáveis e positivos;
- Estimular a alimentação através de músicas, pratos enfeitados, histórias sobre os alimentos;
- Ter alegria e bom humor, nunca se zangar com seus filhos a esta hora;
- Chamar a atenção para os alimentos: cores, formas, texturas, sabores;
- Não misturar os alimentos no prato;
- Manter a criança sentada na cadeirinha, explicar que não é hora de brincar;
- Prestar atenção em tudo o que ingerem, mas não deixá-la perceber;
- Nunca falar à frente da criança: “Ela não gosta, ela não come…”;
- Ressaltar sempre o lado positivo da alimentação;
- Não repetir várias vezes a mesma palavra, quando não está a resultar, exemplo: “COME!”;
- Não obrigar a comer, mas estimular, para não criar um trauma;
- O líquido deve beber-se após comer o alimento, mas se a criança estiver com sede antes de servir, oferecer um pouco de água;
- Ter sempre a mesma rotina neste horário: lavar as mãos, sentar com calma, ter um momento de reflexão e comer devagar;
- A educadora ou os pais tem que passar tranquilidade para as crianças;
- Sempre servir pouco alimento no prato, pondo de tudo, quanto mais colorido o prato, melhor, eles podem repetir quando quiserem;
- Alguns alimentos secos podem ser agarrados com a mão: bolinhos, perninhas de frango, bifes, brócolos, couve-flor;
- Não se preocupar com alimentos que caem e sujam a roupa ou a mesa;
- Não falar que a mãe, o pai ou o educador não gosta disto ou daquilo, dar bom exemplo!

Pintura a preto e branco - 04/11/11

Fizemos uma pintura muito gira hoje.
Primeiro achámos logo diferença na cor do papel: preto???
E porque não?

Depois quando vimos que o branco se notava nitidamente fizemos caras fantásticas de espanto e demos risadas que encheram a sala de alegria.


Pintura de A. D.
A surpresa vinha no fim, pois, quando pensavamos que já tinhamos terminado a Tina deu-nos tinta colorida para salpicarmos por cima da pintura. 



Aqui a loucura foi maior e os 
trabalhos ficaram lindíssimos.


Exp.Motora - 27/10/11

 

Expressão Motora








Hoje foi dia de termos o Professor J.F. na creche para umas atividades de expressão motora.

Fazemos sempre coisas diferentes e hoje os desafios passaram por subirmos e descermos escadas, rampas e obstáculos. 
Estamos a ficar tão crescidos!!!!!!! Todos nós conseguimos superar os objetivos traçados por isso "Muito Bom" para todos ehehehehehehe

A importância de brincar ao ar livre - 21/10/11

Quando pensa na sua infância, de que brincadeiras se lembra melhor?
Das horas passadas em casa ou das corridas, do jogo da macaca e dos saltos na lama?
O mais normal é recordar-se das brincadeiras com amigos ou irmãos ao ar livre. Ninguém constrói grandes memórias a brincar sozinho e em casa.

A conclusão é de um estudo de 1994 que mantém a sua actualidade. Michael L. Henniger, investigador da Universidade Ocidental de Washington, partiu das recordações que 150 jovens adultos tinham das suas brincadeiras enquanto crianças. Mais de 75 por cento recordou as actividades ao ar livre. 

Ainda por cima, os benefícios das brincadeiras ao ar livre são inúmeros, tanto ao nível do desenvolvimento como da saúde. E que tal ir brincar com o seu filho... fora de casa?




 «O contacto com a natureza e com vários tipos de patogéneos cria nas defesas da criança uma memória imunitária que favorece a sua capacidade de resistir a infecções. A asma e as doenças de auto imunidade estão mais presentes nos países industrializados, por um lado, pela poluição e, por outro, pela redoma em que as crianças tendem a viver», afirma Mónica Pinto, pediatra do desenvolvimento.




Outra atividade de exterior que agrada muito grupos de crianças são as brincadeiras de roda, importantes para a sua socialização, sabe-se que unem através das canções e das mãos unidas. A afetividade é desenvolvida, fazendo a inclusão social da criança no meio em que vive; dessa forma, a brincadeira de roda participa da formação da personalidade da criança, que poderá com essa atividade, se tornar mais desinibida e assimilará o valor de conviver com os outros.


Explorar folhas de jornais - 19/10/11


 Uma atividade com papel de jornal. Porque não?
(dica: o papel do Lidl não solta tinta)


 Vamos aprender a rasgar e a amachucar e quem sabe fazer uma bolinhas


Muito giro!!! No final andámos descalços em cima do papel, deu para o sentir e ouvir


Exp. Musical - 10/10/11


Hoje tivemos o professor H.S. na nossa sala para
 uma atividade de expressão musical.

No início explorámos todos os instrumentos que ele ia tirando do saco: primeiro a guitarra, depois a pandeireta, de seguida as castanholas, o xilofone, os ferrinhos e a flauta.


Quase que formámos uma orquestra :)

 
Cada um de nós explorava um instrumento, depois trocávamos o que nem sempre acontecia de uma  forma muita pacífica mas há que entender que ainda não é fácil para nós a partilha. No final tudo correu muito bem porque todos nós tivemos oportunidade de explorar tudo.



 

  O final deste aula foi com uma música muito calma para que pudéssemos relaxar de toda a agitação que houve.



Para nos ajudar a relaxar o H.S. trouxe uma bolinhas especiais que têm uma textura fantástica e que é óptimo sentir no nosso corpo, então aproveitamos a música e fizemos algumas massagens pelo corpo.



Que bem que soube......

quarta-feira, 21 de março de 2012

Caixa de materiais de deperdício - 03/10/11





Uma novidade na sala
A caixa de materiais de desperdício



A Tina trouxe para a sala materiais diferentes com os quais não costumamos brincar na sala. Desde rolhas de cortiça, cordéis, rolos de papel, tampas de vários tamanhos e recipientes, caixas. Tivemos oportunidade de irmos para o exterior e explorar tudo isto no tapete que costuma estar na nossa sala.



O que mais gostámos foi mesmo abrir e fechar as caixas, pôr e tirar as tampas :)

Ainda mordemos algumas rolhas de cortiça eheheheh

O nosso corpo - 29/09/11


Hoje estivemos a observar o nosso corpo


Deitámo-nos no tapete e fizemos silêncio por uns instantes, pouco depois começamos a ouvir risadas, a sentir olhares e a descobrir novas formas de nos vermos. Pusemos todos as pernas no ar enquanto chamávamos por elas, batemos nos pés, depois nas pernas, depois no rabo, na barriga, nos braços, na cara, na cabeça e por fim uma salva de.... palmas!!!!! 
Tocámos nas costas uns dos outros, na barriga, tocámos nos pés com os próprios pés, sim porque o toque esse é tão importante como qualquer outro sentido, ou mais ainda.

O medidor da nossa sala - 22/09/11


O nosso medidor

Criámos um medidor na sala para irmos assinalando o nosso crescimento e no final do ano, de certeza, que os nossos papás vão adorar ver como estamos grandes!!!!!!!!!!

Foi o A.S. que ajudou a Tina a pintar a flor e 
que bonita que ficou :)


Bem vinda Primavera!!!

"Primavera" - António Comonian
"Ela chega discreta
na metamorfose divina
com seus encantos, sua beleza
Seus varios perfumes,
com seu jeito peculiar.
Da vida ao seco
trazendo vigor da florada
uma eclosão de cores
num calor de amores
em uma brisa que enternece.
Crianças brincando na chuva
sobre um céu colorido
olhares sorridentes
pulsando nos movimentos
Ah, doce e bela primavera!"

Patricia Tieko

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Taaaaanto tempo depois...

Bem.... Nem sei bem como começar pelas atualizações, estes meses não foram muito fáceis de gerir e tive de deixar este meu cantinho um pouco de lado, aliás totalmente de lado. 
A dias da próxima reunião de pais deixo aqui a nota (e promessa!) que colocarei todos os trabalhos que tinha em mente expor aqui no mural. Aguardem e já agora... depois comentem :)

domingo, 6 de novembro de 2011

Um mês depois...

Ao fim de um mês cá estou eu novamente para actualizar o meu recente cantinho. Tenho estado ausente não só pelo trabalho que tem havido mas também porque os filhotes andam doentinhos :(

Tenho algumas novidades na minha sala mas também algumas partilhas de colegas e relembro a quem estiver interessado em partilhar para me enviar fotografias para o meu email explicando o conteúdo do trabalho ou tema a expor, assim que possivel será partilhado.

Aproveito para deixar um miminho para mim mesma pelo meu 34º aniversário :) e agradeço a todos os amigos que se lembraram de mim e enviaram mensagens. Beijinhos grandes



segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Trabalhos de casa II

 Tal como referido no topico da reunião de pais, foram pedidos os livros de registo de ocorrências das crianças para serem trabalhos em casa e na escola. Já começaram a chegar... :-)))

Livro de Registos das Conquistas e Traquinices
Este é o livrinho de B.P. feito pela mamã


Pormenor do interior onde se pode ver do lado esquerdo espaço para ocorrências na sala dos 1/2 anos e do lado direito para a sala de 2/3. Ficou um miminho!!!!

domingo, 2 de outubro de 2011

Trabalhos de casa I

Fotografias das férias

Na reunião de pais do final do ano lectivo (2010/2011) pedi que em setembro trouxessem entre 2 a 5 fotografias das férias, para depois colocarmos na sala - uma forma de se iniciar a trabalhar a família. A entrega poderia ser em tamanho 10x10 ou até A4, era indeferente mesmo na qualidade do papel, deixei ao critério dos pais.

Fiquei muito satisfeita :-) já recebi de: B.P, G.J. e A.D., estão todas expostas na sala e muitas vezes eles vão vê-las e beijá-las  :-)


Deixo a imagem do formato em que recebi um destes conjuntos de fotografias,veio num álbum feito pela próprias mãe, muito fofinho!



sábado, 1 de outubro de 2011

Uma partilha diferente ;)

Apesar de se falar quase só educação achei que poderia partilhar este vídeo e música. Não só pelo tema cantado que faz todo o sentido quando se fala em criança e no futuro que elas representam mas também pela voz fantástica que a está a interpretar.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Histórias...

De era uma vez...


http://www.slide.com/r/Ez4Mzkaa6z_LNTRAIoxDN3PUZ_DTmeZq?previous_view=lt_embedded_url

Esta história é deliciosa! Consegue-se trabalhar de várias maneiras e ter verbalizações espantosas por parte das crianças. Deixo o link para quem não conhecer.

Ainda sobre a reunião de pais...

Apesar de terem passado já alguns dias aqui está a ideia que surgiu na reunião de pais para a apresentação das mães e seus filhotes. Tal como referido os olhos dos meninos surgem no inicio da folha e do seu nome surgem palavras e frases lindíssimas que descrevem o que vai no coração de cada mãe.


Obrigada a todas pela participação e originalidade na descrição que fizeram.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Um céu de cores

A minha querida amiga e colega Dália está este ano em creche, mais precisamente com meninos dos 12 aos 24 meses, e quis partilhar um dos espaços da sua sala, que eu adorei.


Colocou na zona do tapete estes moinhos coloridos colados no tecto (se bem que a ideia original era colocá-los suspensos, mas por causa da janela optou por deixar assim) e ficou um miminho.

Encheu de cor o céu dos bebés! Parabéns amiga e obrigada pela partilha

sábado, 17 de setembro de 2011

Pedagia Waldorf

Já conhecia um pouco esta pedagogia mas não na sua totalidade e depois de uma conversa com uma mãe da minha sala achei que seria a altura de pesquisar e saber mais. Fiquei fascinada pelo trabalho e pela metodologia, os objectivos que se pretendem alcançar e a forma como é feito é fantástico. Senti que finalmente tinha encontrado o tipo de pedagogia que se enquadrava como a minha maneira de ser, forma de trabalhar, a minha postura como pessoa e profissional. Infelizmente não é possível colocar em pratica com a realidade que temos, falo por mim e por muitas colegas que tal como eu trabalham em locais que obedecem a determinadas regras e posturas que são muito difíceis de alterar a começar pela postura do nosso ministério da educação e da segurança social.
Existem dois ou três pontos deste método com os quais não me identifico mas no geral penso que seria francamente positivo para a nossa sociedade haver uma reviravolta e apostar neste tipo de educação que traria sem dúvida adultos mais saudáveis e conscientes.



Rudolf Steiner



A pedagogia Waldorf, introduzida em Portugal em 1984, aposta na liberdade de desenvolvimento das crianças, valorizando nos primeiros sete anos de vida o aspecto sensorial, em detrimento do intelectual.



 "Trabalhar a favor e não contra a tendência natural das crianças para serem activas, valorizar as experiências sensoriais nos primeiros anos de vida e viver ao ritmo das estações do ano, são alguns dos princípios da pedagogia Waldorf, ainda pouco divulgada em Portugal. De facto, apenas dois jardins-de-infância portugueses incluem actividades como modelar cera de abelhas, costurar panos coloridos, amassar e cozer pão, trabalhar com materiais naturais, como troncos de madeira, conchas e cortiça, ou tratar da horta e do jardim. Estas são actividades que, segundo a corrente pedagógica Waldorf, desenvolvem os sentidos das crianças, estimulam a imaginação, a vitalidade e a alegria de viver, apostando sempre numa maior ligação e respeito pela Natureza. Ana Abreu, fundadora do Jardim-de-Infância S. Jorge, em Alfragide, onde se encontram crianças entre os 4 meses e os 6 anos, introduziu esta pedagogia alternativa em Portugal, em 1984. Segundo explica esta educadora, a abordagem que o método Waldorf faz nos primeiros anos de vida centra-se mais no desenvolvimento motor e sensorial da criança, deixando para segundo plano os aspectos intelectual e cognitivo: "É muito importante que as crianças brinquem livremente e que expressem aquilo que elas realmente sentem, ou seja, não a partir das nossas agendas, mas a partir daquilo que elas necessitam desenvolver e criar". A formação Waldorf inclui as vertentes científica, artística e estética: "A nossa prioridade é que a criança se revele como um ser único, e portanto aquilo que lhe damos enquanto ambiente educativo
é para ela se desenvolver de acordo com a sua própria vontade, com o que sente que precisa. Isso não quer dizer, no entanto, que ela não tenha limites no seu processo de desenvolvimento", afirma. Ana Abreu prefere usar o termo "processo de desenvolvimento" a "processo educativo", porque acredita que as crianças não se educam: "Há certos parâmetros que são comuns a todos nós, mas há outros que são completamente individuais, que não são educáveis, antes pelo contrário, são aquilo que cada criança traz. Um aspecto individual que é único e com o qual todos nós também aprendemos", explica a responsável. Mais a sul, no concelho Lagos, a alemã Eva Herre fundou em 1992 o Jardim Infância Viva, em Barão de São João, que actualmente conta com 30 crianças. Além da vertente artística, Eva Herre salienta também que a pedagogia Waldorf está muito enraizada no respeito e na admiração pelo Mundo, incutindo nas crianças a capacidade e a responsabilidade de intervir na preservação da Natureza. "Os pais que procuram o nosso jardim-de-infância desejam que os seus filhos tenham uma formação com mais liberdade e em harmonia com a Natureza, saudável para o corpo, a alma e o espírito."Para a directora do Jardim Infância Viva, o sistema Waldorf não é só uma pedagogia, é também um método e uma atitude que tem a ver com uma forma global de encarar o Mundo. "É importante dar tempo e espaço suficientes para uma aprendizagem sem competição e sem pressas. A pedagogia Waldorf é um movimento mundial com uma forte abordagem multicultural, que torna as crianças mais autónomas e responsáveis, com consciência étnica e respeito pela diversidade, procurando formas de se integrar e participar numa sociedade saudável", explica. No Jardim Infância Viva, a alimentação é constituída por pratos vegetarianos e o ambiente é internacional, mas Eva assegura que o ensino tem como base a língua e a cultura portuguesas. É precisamente nesta questão que se reflecte a única preocupação relativamente a esta pedagogia manifestada por Teresa Vasconcelos, directora do Departamento de Educação de Infância e Especializações Educativas da Escola Superior de Educação de Lisboa. "O modelo de Waldorf é interessante, nomeadamente porque é contracorrente e procura uma pedagogia alternativa, mesmo ao nível da alimentação. Mas, obviamente, não será indicada para todas as crianças, porque é necessário que as próprias famílias também se encontrem inseridas nessa lógica de pensamento, seguindo um estilo de vida alternativo, com menor consumismo e maior ligação à Natureza". Teresa Vasconcelos entende também que na aplicação ao contexto português, a pedagogia de Waldorf deveria ultrapassar os aspectos específicos do país de onde é originária (Alemanha). Deveria ser "mais permeável à realidade portuguesa e às nossas tradições, fazendo uma maior aculturação ao contexto português", afirma a responsável. 

Fundada por Rudolf Steiner em 1919, em Estugarda, na Alemanha, inicialmente através de uma escola para os filhos dos operários da fábrica de cigarros Waldorf-Astória, a pedagogia de Waldorf distinguiu-se desde o início por ideais e métodos pedagógicos até hoje considerados revolucionários. Actualmente existem mais de 700 escolas em todo o Mundo que trabalham com a pedagogia de Waldorf, sendo que em Portugal apenas os dois jardins-de-infância referidos neste artigo e uma escola de educação especial, em Seia, recorrem a esta pedagogia.in «Educare.PT», 24/03/2006"



quinta-feira, 15 de setembro de 2011

I Reunião de Pais 2011/2012

A primeira reunião de pais deste novo ano lectivo aconteceu ontem na minha sala pelas 17h30. Correu muito bem, faltou apenas uma mãe por motivos de trabalho, por isso o balanço foi mais que positivo e na sala.... só mulheres lol

Comecei a reunião de uma forma diferente. Coloquei a fotografia dos olhos dos meninos no cabeçalho de uma folha e por baixo coloquei o nome da criança na vertical. Dobrei a folha de forma a que se visse apenas os olhos e coloquei cada uma em cima de uma cadeira, o objectivo era cada pai/mãe identificar os olhos do seu filho e sentar-se no local respectivo. Depois de sentadas (as mães) pedi-lhes que utilizassem cada letra do nome do seu filho para escrever uma palavra ou frase que o identificasse. Surgiram coisas fantásticas e já está afixado na parede da nossa sala :)

Depois houve a apresentação da equipa, das mães, os nossos horários, rotinas, actividades, calendário escolar e outros assuntos como pedidos de trabalhos para a sala. Esta é a parte que mais gosto eheheh

Este ano pedi:
   - decoração de dois bocados de cartão grosso que servirão de capa e contra-capa para o livro que servirá de intercâmbio entre escola e casa, esse terá o nome que os pais preferirem, tanto pode ser "o livro da criança", "o livro da vida", "os meus momentos", etc. Ficará na imaginação de cada um. O objectivo será utilizar este livro para ocorrências importantes na vida da criança, quer seja em casa quer seja na escola, poderão ser palavras novas que aprende, uma fotografia engraçada, um animal de estimação em casa, ida pelas primeiras vezes à sanita, porque não;
  - a construção da "casa da família" que deverá ser mais ou menos no tamanho A4 e poderá ser feito no material à escolha dos pais, seja cartolina, cartão, feltro, tecido... O objectivo é que construam a casa onde colocarão a fotografia da família e esta ficará junto a uma casa maior que simbolizará a creche. Estas casas servirão não só para marcar as presenças (daqui por algum tempo) mas para trabalhar o conceito de família, a minha e a do outro;
  - trazerem uma almofada personalizada apelidada"almofada do carinho". Ela servirá para ajudar nesta fase de adaptação mas também para os "levar" até ao tapete para momentos mais calmos.

Aguardarei os trabalhos para colocar depois aqui as fotografias!!!!!!!!

sábado, 10 de setembro de 2011

Um mundo fantástico

Depois de uma mãe da minha sala levar um livrinho/álbum (ideia a partilhar mais tarde depois de ter todos os trabalhos em mãos ;)) para a sala feito em feltro, eu e as minhas colegas educadoras começámos a pensar que seria muito giro aproveitar a ideia e criar mais coisas neste material, que é de facto fantástico. Uma das ideias é o tapete de histórias e depois de alguma pesquisa vimos trabalhos maravilhoso.

 http://tapetescontadores.com.br/?p=308



sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Alguns trabalhos já realizados

Árvore de Natal da família

Prenda de Natal de berçário de 2010



Decidi colocar fotografias de alguns trabalhos que fiz no ano passado até para dar algumas ideias a colegas, caso gostem claro.

Na primeira fotografia surge a "Árvore da família": fiz com o grupo a impressão palmar com tinta verde de maneira a ficar a forma de uma árvore de natal, decorou-se com bolas coloridas cada uma com o nome de cada criança da sala. Em seguida coloquei os trabalhos que pedi aos pais para fazerem em casa, ou seja, uma fotografia da família com algum elemento alusivo ao natal e a mesma numa cartolina ou moldura decorada pelos pais.

A segunda fotografia mostra a prenda feita para os pais. Uma meia para pôr no sapatinho, feita em feltro vermelho e no mesmo material em branco fez-se a mão, o envelope de embrulho foi feito em papel craft e pintado de amarelo.

Fica a ideia!!! Espero que gostem ;)

terça-feira, 6 de setembro de 2011

A minha sala

Área do jogo e representação


Área da Expressão Motora

Áreas do tapete e jogos


Olá a todos novamente. Hoje venho apresentar a minha sala (de meninos de 1 ano)! Ela ainda não está concluída, como é óbvio, isso vai sendo feito gradualmente até porque o mais importante nesta fase não é mostrar uma sala bonita e decorada mas sim acolhedora e ao mesmo tempo espaçosa para que cada criança tenha o seu espaço e o espaço com os outros. Dividi-a em pequenas áreas também a pensar nisto mesmo, além disso metade do grupo vem do berçário onde o espaço era inferior e os materiais diferentes, por isso, há que dar tempo para que conheçam bem o que os rodeia e depois então voltarei aqui com novas fotos ;)

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

O primeiro dia

Hoje foi o primeiro dia, oficial, do ano lectivo 2011/2012.
Começou de uma forma muito tranquila, dos 6 que terei inicialmente tive apenas 3 crianças :)  o A.S., a B.P. e a G.J.. Os meus meninos foram uns anjinhos, entraram muito bem, adoraram a sala nova, exploraram o que quiseram, portaram-se muito bem ao almoço, até porque agora em vez de comerem na sala (berçário) já comem no refeitório :), dormiram bem a sesta e receberam as mamãs com um sorriso.

Nestes dias sentimo-nos mesmo bem, não é? Claro que será sol de pouca dura porque assim que entrarem todos, ou seja mais 5, reinará a confusão. A saborosa confusão. 

Nesta altura tenho 4 com mais um menino novo a entrar amanhã, depois no fim do mês virá um menino que já estava comigo mas que se encontra de ferias e até Dezembro entrarão gradualmente as 5 crianças que estão na sala de aquisição de marcha, ou seja, assim que tiverem a marcha adquirida passam então para a sala 1, designada como sala de marcha adquirida.